Uma manhã para montar, com a máquina do seu lado, aquilo que hoje te custa prazo, orçamento e dependência: a sua página, o seu conteúdo, o seu vídeo e a sua plataforma.
O que antes exigia um programador, um designer, um copywriter e um editor hoje cabe numa manhã, se você souber conduzir a conversa. O workshop é sobre conduzir.
Da tela em branco ao endereço no ar, com checkout ligado.
Ideia, roteiro e legenda saindo na sua voz, não na voz da máquina.
Cortar, legendar e publicar sem passar por editor.
O sistema que você achava que só um dev montava.
O que uma pessoa sozinha consegue fazer hoje, e por que quase todo mundo continua pagando por coisa que a máquina entrega em minutos. Você sai daqui sabendo onde o seu dinheiro está vazando.
Você abre o notebook e sai com uma página de venda funcionando. Do texto ao botão de comprar, com o checkout ligado de verdade. Não é rascunho: é endereço que você manda para alguém no fim da manhã.
O truque não é pedir conteúdo, é ensinar a máquina quem você é. Montamos juntos a sua base de voz e saímos com uma semana inteira de conteúdo que a sua audiência reconhece como seu.
Quinze minutos no deck. É aqui que costuma nascer a melhor ideia do dia.
Corte, legenda, trilha e capa. Você pega um vídeo bruto do seu celular e publica ele editado antes do almoço.
Área de membros, formulário que fala com o seu WhatsApp, painel que te mostra as vendas. Mostro o que eu construí assim e até onde dá para ir sem contratar ninguém.
Cada um sai com a próxima peça definida e a máquina apontada para ela. Não é lista de tarefa: é o que você faz na segunda de manhã.
Nada de anotação para aplicar depois. As quatro entregas nascem durante o workshop, no seu notebook.
Com o seu texto, o seu preço e o botão de comprar funcionando.
Roteiros e legendas prontos, escritos na sua voz.
Editado por você, durante o workshop.
O que você para de terceirizar, e por onde começa.

Eu não terceirizo as minhas páginas, os meus vídeos, os meus conteúdos nem a plataforma onde as minhas escolas funcionam. Tudo isso foi construído por mim, com a máquina, e é exatamente esse processo que eu abro nessas quatro horas.
O workshop é pequeno de propósito: com 15 pessoas eu consigo sentar do lado de cada uma enquanto a coisa está sendo feita. Este dia é só meu, sem convidados.
São 15 lugares porque a manhã é de mão na massa. Quando fechar, fechou.
Uma casa no Rio Tavares, a cinco minutos da praia do Campeche. Jardim, deck e salas preparadas para trabalhar. Traga o seu notebook: a manhã inteira é você construindo.




No sábado, 3 de outubro, das 9h às 13h, na Digital House, no Rio Tavares, em Florianópolis. O endereço completo vai no seu e-mail assim que a compra é confirmada.
O seu notebook, carregado, e o seu celular. É neles que as quatro entregas vão nascer. Se você tiver um vídeo bruto já gravado, traga também, porque vamos editar um durante a manhã.
Não. O workshop existe justamente porque não precisa mais. O que você vai aprender é a conduzir a máquina, e isso se faz escrevendo em português.
Ajuda, mas não é obrigatório. Quem ainda não tem constrói a página da primeira oferta durante a manhã. Quem já tem refaz a que está no ar e sai com uma versão melhor.
Tudo que a gente usa tem versão gratuita suficiente para o dia. Onde existir uma ferramenta paga que vale o dinheiro, eu digo qual é, quanto custa e em que momento faz sentido assinar. Você decide depois, sem pressa.
15, em lote único. Quando esgotar, a página de compra avisa na hora.
Pix à vista ou cartão em até 12x, pelo nosso checkout. Assim que o pagamento confirma, você recebe o ingresso por e-mail.
Não. O valor da manhã está em você construir com acompanhamento, e isso não cabe numa gravação. Quem vem, faz.